Bossamoderna
Bossamoderna comenta os discos recém-lançados de alta qualidade musical
Domingo (25) tem Janela dos Novos no Bossamoderna
Neste domingo (25), Bossamoderna abre mais uma Janela dos Novos, com discos recém-lançados de alta qualidade musical. Como “O que não tem fim”, do compositor paraense Vital Lima, descoberto por Hermínio Bello de Carvalho em meados da década de 1970. Uma das faixas é “Pedras de Lioz”, parceria de Vital e Leandro Dias, com participação da também paraense Leila Pinheiro. Outra é “A vida do nosso amor”, de Vital com Jamil Damous.
Paulista projetada no Rio, Maria Gadú volta à terra natal e bota seu “O bloco” na rua, em faixa do novo disco”Guelã”, numa parceria com Maycon Ananias. Do mesmo repertório é “Ela”, da própria Gadú. Filho do compositor e maestro João Donato, o tecladista, compositor e programador Donatinho estreia solo em “Zambê”. “Janaína” é parceria dele com Rita Benneditto, que participa do vocal. Já “O sopro” é de Donatinho com Marcio Montarroyos, que na faixa toca trompete e flugelhorn, numa de suas últimas gravações.
A dupla siamesa formada pela cantora e compositora niteroiense Suely Mesquita e o carioca Eugenio Dale, no disco Dio&Baco, abre alas em “Pacto com Baco”, de Dale. Outra faixa do disco dos dois é “A vela e a chama”, tecida em parceria. O grupo paulista Ladodalua estreia no disco homônimo. “Onde tem tambor tem gente” crava a composição de Elder Costa, guitarrista e vocalista do grupo. Que também revisita “Todo dia era dia de índio”, de Jorge Benjor.
A dançarina pernambucana Flaira Ferro, também pesquisadora e professora do Instituto Brincante, de Antonio Nóbrega, em São Paulo, lança disco solo, “Cordões umbilicais”. Além da faixa título, “Me curar de mim” também é composição dela. Filho do sanfoneiro Pedro Sertanejo, criador da gravadora Cantagalo, que levou o forró para São Paulo, Oswaldinho do Acordeon lança o disco “Forró chorado”. A faixa título é de autoria dele. Ele ainda regrava o saboroso “Um chorinho diferente”, que encerra o programa, composição de Gaúcho e Ivone Rabelo, lançada pelo próprio acordeonista Gaúcho, em 1955.
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