Episódio

Arte Clube

Passado indígena do Aeroporto de Guarulhos move filme "O estranho"

Longa conta histórias que permanecem em um local de trânsito intenso

No ar em

O filme "O estranho" está em cartaz, depois de uma bela trajetória em festivais, tendo ganhado os prêmios de Melhor Filme no Queer Lisboa (Portugal) e no Festival Internacional de Direitos Humanos de Nuremberg (Alemanha), além de Melhor Som no Festival de Havana (Cuba) e de Melhor Fotografia e Melhor Som em sua estreia nacional no Olhar de Cinema, em Curitiba.

O longa se passa no Aeroporto de Guarulhos (SP). Embora seja um lugar onde as pessoas transitam o tempo todo, o filme joga seu olhar para aqueles que ficam, cujas vidas se cruzam naquele solo onde trabalham. O aeroporto foi construído sob um antigo território indígena. Nesse espaço, Alê (vivida pela atriz Larissa Siqueira) tem sua vida atravessada pelas origens do aeroporto e por rastros de um passado em constante transformação. 

A direção é de Flora Dias e Juruna Mallon. Eles filmaram no próprio aeroporto e seus arredores, onde encontararam bairros urbanos populosos, mas também comunidades rurais, sítios arqueológicos escondidos, e povos indígenas em processo de retomada.

Confira no player acima o papo com o diretor Juruna Mallon.

Publicado em

Atualizado em

Episódio do programa Arte Clube

Dê sua opinião sobre a qualidade do conteúdo que você acessou.

Escolha sua manifestação em apenas um clique.