Arte Clube
Flip 2018: Priscila Urpia apresenta novo olhar sobre mulheres encarceradas
Fotógrafa e jornalista participou da Flip e fala sobre livro e exposição

A jornalista, fotógrafa e produtora cultural Priscila Urpia participou da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip 2018), mediando debates pela Casa Philos - uma das 22 casas que compõem a programação da Festa Literária. Ela esteve no estúdio da Rádio MEC, montado em Paraty, onde conversou com o apresentador do Arte Clube, Jansem Campos, sobre seu trabalho, "Ovelhas".
O livro é composto por fotos e depoimentos da população da Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR). Priscila ouviu as histórias pessoais dessas mulheres e procurou dar visibidade às suas motivações e realidades. O projeto é composto por uma exposição, um livro e também vai virar documentário.
Clique no player abaixo e ouça a entrevista completa:
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Ela pesquisa sobre o tema há quatro anos. O objetivo do trabalho é diminuir o preconceito com as mulheres presas e tentar humanizá-las.
Jornalista e fotógrafa Priscila Urpia lança projeto "Ovelhas" (Jansem Campos/EBC)
"O crime em relação à mulher é muito tênue e, quando ela vai para o cárcere, perde as funções da vida, como mãe, esposa, mulher e cidadã moral", declarou.
Priscila ouviu mais de 60 relatos. A exposição está rodando o país e já passou por João Pessoa e Taquaratinga do Norte. Agora vai para Recife e, em seguida, São Paulo.
O Arte Clube vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 12h, na Rádio MEC.
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